Inscrições para o 8º Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental estão abertas

 

Iniciaram as inscrições para o 8º Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (Edea). O evento é realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande (PPGEA/FURG) e ocorrerá no período de 24 a 26 de outubro. As inscrições são realizadas pelo site http://www.sinsc.furg.br/. Para apresentação de trabalhos o prazo encerra em 1º de julho e para ouvintes em 1º de outubro. 

 

Com o tema “Em busca do lugar da Educação Ambiental: A teorização da prática e a praticabilidade da teoria”, o Edea tem como objetivo problematizar o lugar do educador ambiental na contemporaneidade. A dinâmica do evento está composta pelos seguintes espaços: três painéis de colaboração teórico/prática, que deverão contribuir para o amadurecimento das reflexões entorno da Educação Ambiental; eixos temáticos, nos quais os participantes poderão dialogar sobre as práticas e teorias que se constituem no cotidiano das questões ambientais e das práticas educativas; e uma mesa redonda com os movimentos sociais.

 

Mais informações estão disponíveis no site http://edeafurg2016.wix.com/2016. Dúvidas devem ser esclarecidas pelo e-mail edea.furg.inscricoes@gmail.com

 

A transversalidade da Educação Ambiental no currículo da Geografia na Educação Básica: aprendizagens potencializadas a partir de uma pesquisa-formação

 

BANCA EXAMINADORA:

Profª. Drª. Claudia da Silva Cousin (Orientadora – PPGEA/FURG)

Profª. Drª. Maria do Carmo Galiazzi (PPGEA/FURG)

Profª. Drª. Vânia Alves Martins Chaigar (FURG)

Profª. Drª. Patrícia Mendes Calixto (IFSUL)

 

    DATA: 04 de Julho de 2016, às 09hrs

SALA: 4115 – Prédio 4

 

- Victor Bacchetta, Uruguay, ecojornalista e autor  do livro: ARATIRI y otras aventuras;

- Adriana P. Paredes Peñafiel, professora da FURG/SLS e pesquisadora mineração no Peru (Cajamarca);

- Raizza Lopes, Discente PPGEA/FURG, pesquisa a Invisibilidade e resistência a mineração em SJN.

 

DATA: 15 DE JUNHO DE 2016

HORA: 14:30

LOCAL: Auditório 4115, Pav. 4

FURG/Campus Carreiros

 

 

 

 

Na atualidade, são mais de 200 conflitos mineiros que estão ocorrendo na América Latina resultado da exploração e saque de "bienes comunes" de la naturaleza e dos povos latino-americanos com vista as manutenção que um modelo de desenvolvimento in/sustentável. "El Mapa de Conflictos Mineros es un esfuerzo en conjunto de OCMAL y OLCA, y contiene mas de 200 conflictos y proyectos mineros georeferenciados, con documentos, artículos y vídeos relacionados", acesse, e leia pois amnhã poderá ser nós em São José do Norte e Rio Grande:

 

Acesso aos dados OCMAL/OLCA:http://www.conflictosmineros.net/

livro Clacso (org.) Héctor Alimonda: http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/gt/20120319035504/natura.pdf

 

DEBATE: 15 JUNHO, AS 14:30m pav. 4, auditório 4115

 
Dia 15 junho, as 14:30 minutos, pav. 4, auditório 4115.
 

VICTORIA Y ALIVIO PARA EL PAÍS; CUESTIONES PENDIENTES

Con el término del plazo legal para la firma de un contrato de inversión entre Aratirí y el gobierno uruguayo, el proyecto de minería de gran porte para la extracción a cielo abierto del hierro de los yacimientos de Valentines ha sido cancelado. Sin embargo, esto no significa que las tierras afectadas por los títulos mineros de este proyecto se verán liberadas y que no puedan reaparecer en el futuro propuestas similares.

4ta. Marcha contra Aratirí.

Fragmento de la 4a. Marcha Nacional en Defensa de la Tierra y los Bienes Naturales, en Montevideo en 2013.

Saludamos este hecho como una victoria de todos los sectores sociales que lucharon contra el proyecto de Aratirí por considerarlo inapropiado para el Uruguay. Presentado como la mayor inversión en la historia del país y una panacea del futuro desarrollo nacional, el conocimiento de los graves impactos económicos, sociales y ambientales que traería su ejecución generó una resistencia social sin precedentes. continua...http://www.observatorio-minero-del-uruguay.com/2016/03/cancelado-proyecto-aratiri/

 

Carlos RS Machado, COORDENADOR do programa de pós-graduação em educação ambiental fala sobre POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO na ocupação das pró-reitorias, hoje, das 18 as 20 horas.

 

 

 

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Temática: Educação Ambiental Não Formal (EANF)


Coordenadores: Profa. Dra Vanessa H. Caporlingua (PPGEA/FURG); Profa. Dra Dione Kitzmann (PPGEA/FURG) e Profa. Dra. Lucia Anello (PPGEA/FURG)


Descrição: O objetivo desse dossiê é debater sobre as questões sócio-ecológico-ambientais nos campos não formais e informais de Educação Ambiental. Enfatiza a dimensão ético-estética, a diversidade e alteridade dos grupos sociais, as relações entre a Educação Ambiental, os gêneros, as gerações humanas em todas as suas idades, o desenvolvimento humano e sistêmico, a compreensão da interligação dos espaços ambientais, da saúde coletiva e da qualidade de vida dos sujeitos e das instituições e organizações sociais. Visa o comprometimento dos pesquisadores envolvidos na restituição dos resultados dos trabalhos às comunidades investigadas (princípio e fim das pesquisas), assim como a participação de comunidades integradas nos processos decisórios do manejo de ecossistemas, preferentemente costeiros, em busca da construção coletiva de sociedades sustentáveis e utopias concretizáveis.
Esse dossiê foi pensado em consonância com a linha de pesquisa do Programa de Pó-Graduação em Educação Ambiental, aceitando artigos teóricos e empíricos visando ampliar as reflexões decorrentes de pesquisas, reflexões teóricas, relatos reflexivos de experiências educativas no campo do ensino e da formação para espaços educativos não formais e informais no sentido de potencializar nosso Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental e sua inserção no debate do campo de forma mais qualificada.
Os artigos devem seguir as normas da revista disponível no link: https://www.seer.furg.br/ambeduc/about/submissions#authorGuidelines . E devem ser submetidos na seção com nome do dossiê.


Informamos, ainda, que a revista continua a receber artigos em fluxo contínuo. 


Data Limite Submissão: 20/10/2016
Publicação: 2016 (2)

Por Pedro Henrique Oliveira Gomes - CLIQUE AQUI

O Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes para a Educação Profissional do IFRS convida a comunidade PPGEA para participar da apresentação sobre a  "Ecologia Cosmocena" a ser realizada pelo prof. Dr. Vilmar Alves Pereira no próximo dia 03/06/16 às 19h e 15min no Espaço Extensão do IFRS, Campus Rio Grande. Nesta ocasião, será lançado em Rio Grande o Livro "Ecologia Cosmocena: a redefinição do espaço humano no Cosmos". 
A atividade é promovida pelo curso como parte da programação da semana acadêmica do Campus.
Contamos com a presença do PPGEA!
Smec organiza primeiro Seminário de Educação Ambiental Escolar 

Em junho, o Município realizará o primeiro Seminário de Educação Ambiental Escolar, com o tema: Educar para uma cidade sustentável. O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) e com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA), será gratuito e aberto à participação de toda comunidade. O Seminário surge como um espaço-tempo de debates e discussões sobre formação humana, com propósitos de emancipação dos sentidos, das consciências e das práticas pedagógicas no cotidiano escolar. Qualquer pessoa poderá inscrever trabalhos até o dia 10 do próximo mês. As apresentações deverão estar compreendidas dentro de um dos três eixos propostos pela Smec: 1) Projetos e Práticas Pedagógicas de Educação Ambiental na Escola; 2) Educação ambiental na cidade: espaços não formais de educação; 3) Educação ambiental no campo: espaços não formais de educação; No dia 17 de junho, data limite para inscrição de ouvintes, será divulgado o resultado com os trabalhos aprovados. O 1° Seminário de Educação Ambiental Escolar: Educar para uma cidade sustentável acontece entre os dias 22 e 27 de junho, em local a ser definido pelos organizadores. Fichas de inscrição e outras informações podem ser obtidas através do e-mail seminarioeaescolar@gmail.com ou pelo telefone (53) 3238.1502, ramal 3.
 Do

cumento produzido pela ABC e a SBPC ressalta a importância da manutenção dos investimentos em ciência e da preservação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pedem cautela em programas partidários de governo.

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) produziram um manifesto no dia 6 de maio ressaltando a importância da manutenção dos investimentos em ciência e da preservação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Intitulado "Em defesa de uma política de Estado para a ciência, a tecnologia e a inovação", o documento demonstra preocupação com os possíveis rumos do setor.

Segundo a carta, o aumento do impacto da ciência e da tecnologia brasileiras nas últimas décadas, com aplicações relevantes em vários setores da economia nacional, foi possível graças a políticas de longo prazo. "Esse ciclo foi recentemente interrompido por cortes substanciais nos orçamentos do MCTI e do MEC, que paralisam redes de pesquisa, reduzem a oferta de bolsas, precarizam a investigação científica, a inovação e a educação", explica.

O texto cita exemplos de outros países que, ao invés de cortarem os investimentos na ciência por conta de uma crise econômica, ampliaram a aplicação de recursos nesse setor justamente como uma alternativa para superar essa situação. "Em meio à crise global, a China vai investir pesadamente em C&T, projetando um investimento de 2,5% do produto interno bruto para 2020, com a esperança de que a inovação ajude o país a enfrentar a sua desaceleração econômica."

Os presidentes da ABC, Luiz Davidovich, e da SBPC, Helena Nader, pedem a preservação do MCTI e suas agências no caso de eventuais reformas administrativas. "Consideramos, portanto, preocupante quando programas partidários de governo não vislumbram Ciência, Tecnologia e Inovação como um instrumento imperativo para alavancar o desenvolvimento econômico e social do país."

Veja em nos links abaixo a manifestação da ABC e da SBPC.

http://www.sbpcnet.org.br/site/noticias/materias/detalhe.php?id=5074

Clarice de Oliveira Cudischevitch
Assessoria de Comunicação
Academia Brasileira de Ciências

Sala verde será ampliada em 2016
 
"Após um período de análise, por parte da Proinfra, dos espaços desocupados pelas pró-reitorias Prae e Proexc  e  adequação das demandas, a nossa magnífica Reitora Cleuza Dias aprovou ontem a expansão da Sala Verde Judith Cortesão, a qual terá um espaço mais qualificado no Centro de Convivência. A direção do SIB já está ciente da ampliação do espaço. A nossa gestão, compromissada com a gestão ambiental,  aprovou a sua política ambiental e os licenciamentos ambientais para todos os seus campus, entende a importância da ampliação do espaço físico da Sala Verde e o seu fundamental apoio   na tarefa  da transversalização da Educação Ambiental  na Furg", nos informa a Pró-reitora de graduação, a Profª. Denise Maria Varella Martinez, da Universidade Federal do Rio Grande - FURG
 

Chamada suplementar de artigos 2015 números 1 e 2

Os editores da Revista Ambiente & Educação abrem chamada suplementar de artigos para comporem os números 1 e 2 de 2015, a serem publicados, no máximo, até agosto de 2016. Destacamos que artigos apresentados em eventos desde que revisados, ampliados e citado sua publicação anterior (em formato de nota de rodapé no título) também serão aceitos nessa chamada. O prazo para recebimento dos artigos será até o dia 20/06/2016. Pedimos que no momento da submissão se realize um comentário aos editores informando que trata-se artigo para essa chamada específica, pois caso contrário entraram na avaliação para os números 1 e 2 de 2016. Os artigos devem seguir as normas da revista que podem ser consultadas no link: https://www.seer.furg.br/ambeduc/index.
Informamos que a revista recebe artigos em fluxo contínuo e está aberta para submissões.

Matéria veiculada pela Globo News sobre a suspensão de bolsas de pesquisa e intercâmbio para brasileiros no exterior, realizada pelo Governo Federal.

 

CLIQUE AQUI

 

 “Educação Ambiental e o Envelhecimento Humano no Contexto do Ensino Formal” 

 

BANCA EXAMINADORA: 

         

 Profª. Drª.Ivalina Porto (Orientadora PPGEA/FURG) 

Prof. Dr. Alfredo Guillermo Martin Gentini (PPGEA/FURG) 

Profª. Drª. Mariângela da Rosa Afonso(UFPEL) 

Prof. Dr. Valdo Hermes de Lima Barcelos (UFSM) 

Profª. Drª. Claudete Rodrigues Teixeira Gravinis (FURG) 

 

DATA: 13 de Junho de 2016, às 15h00min 

SALA: 4115 - FURG. 

 

 

 

Os representantes da bancada ambientalista no CONAMA, membros do Grupo de Trabalho que trata da Proposta de Resolução que dispõe sobre Critérios e Diretrizes para o Licenciamento Ambiental, deliberaram pelo presente Manifesto visando consignar sua posição diante do processo CONAMA n° 02000.001845/2015-32:

Considerando que o referido processo proposto pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente – ABEMA foi instalado de forma açodada no CONAMA, com convocação de reunião extraordinária da Câmara Técnica de Controle Ambiental (CTCA) no período de festas de final de ano em 2015;

Considerando que a CTCA deliberou pela formação de um Grupo de Trabalho que foi instalado no início de janeiro de 2016, para um período de trabalho exíguo de 60 dias, quando o Regimento Interno do Conselho possibilita o prazo de até um ano, renovável, e foi instalado exatamente no período das férias de verão, época inapropriada em função de baixa possibilidade de articulação institucional;

Considerando a apresentação pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, de um cronograma exíguo para a boa execução dos trabalhos, em se tratando de matéria de alta complexidade técnica e jurídica e que representa uma das ferramentas mais importantes para a consecução dos princípios estabelecidos na Lei 6.938/1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente), especialmente do princípio da participação social;

Considerando que foi estabelecido um prazo insuficiente para contribuições internas, desconsiderando-se a imprescindível necessidade de nivelamento das informações, de tempo para consulta às entidades ambientalistas, aos pesquisadores e acadêmicos que atuam na área, aos técnicos dos diversos setores e segmentos sociais, aos movimentos sociais em geral no Brasil, país que apresenta grande diversidade cultural e dimensões continentais;

Considerando que, até a presente data, apesar de solicitado, não foi apresentado um estudo que permitisse traçar um paralelo comparativo entre as atuais resoluções CONAMA em vigor e a proposta em discussão, resultando num processo em que não está garantido o princípio do não retrocesso ambiental, já sendo perceptíveis impactos negativos sobre a jurisprudência conquistada decorrente das resoluções 001/86 e 237/97 - e que a minuta proposta pretende revogar;

Considerando que até o presente momento também não foi apresentado Anexo com classificação de tipologia e porte dos empreendimentos, o que é basilar para definir a classificação das modalidades e que tem a ver com todo o teor de mérito do projeto em questão;

Considerando que a condução dos trabalhos pelo MMA tem sido direcionada de forma a ignorar apelos da sociedade civil por um processo democrático, com participação social eficiente, eficaz e verdadeiramente transparente;

Considerando a forma insuficiente e democraticamente limitada utilizada para a consulta eletrônica, resumida ao período de feriados carnavalescos, assim como a intransigência do MMA e da ABEMA na definição dos locais da Consulta Pública que possibilitassem maior inserção e participação da sociedade civil, conforme proposto pelos representantes da bancada ambientalista na CTCA;

Considerando que tais fatos vêm gerando um clima de insegurança e um estado de clamor público no seio do movimento socioambiental - e de outros setores representativos da sociedade brasileira, especialmente entre estudiosos e pesquisadores que se dedicam ao tema da gestão ambiental;

Considerando que, durante o processo, em que pese a intenção de excessiva discricionariedade concedida aos Estados na elaboração de quesitos e modelos aplicáveis ao licenciamento, sequer cogitou-se avaliar a viabilidade de gestão do SISNAMA, à exemplo de capacitação técnica e meios operacionais, elementos sem os quais a viabilidade do licenciamento para sua implementação e para as atividades de fiscalização estará comprometida;

Considerando a limitação da abordagem proposta, que não contempla a conjuntura atual do período civilizatório/Antropoceno, assim como a frágil, simplista e questionável metodologia para classificação e avaliação de impactos, que não tangencia questões basilares como perceber a realidade e criar salvaguardas diante da perda de capacidade de suporte, da incidência de efeitos sinérgicos e da cumulatividade dos impactos ambientais;

Considerando a forma limitada como está sendo abordada a participação social, elemento basilar para a construção de um sistema de gestão ambiental participativo;

Considerando a falta de consulta antecipada a organismos representativos com atuação em território nacional como a FUNAI, o IPHAM, o CNRH, entre outros;

Por fim, considerando os últimos acontecimentos na 10ª reunião ordinária da CTCA, que a princípio sinalizou aparente espírito de dialogo por parte da ABEMA e do MMA, mas que resultou em: prazos exíguos e insuficientes para a boa execução dos trabalhos de prorrogação do GT; construção de aparentes consensos para apresentação à sociedade nas consultas públicas, uma vez que o setor ambientalista tem sistematicamente questionado o conjunto da obra; a negativa de consultas públicas em estados onde problemas ambientais são mais graves em escala, nível de desconformidades e recentes impactos, como nas regiões do Estado do Pará, São Paulo, assim como em Minas Gerais, denotando direcionamento sem justificativas por critérios aceitáveis; a demonstração de condução dos trabalhos em articulação política voltada a interesses contrários à prática eficaz da avaliação ambiental, fato que aponta desde já para uma finalização com resultados contrários aos interesses maiores da sociedade e do meio ambiente; a inaceitável subjetividade e superficialidade, já que o documento a ser encaminhado para as consultas públicas não apresenta, até o momento, os anexos com tipologias que determinariam os tipos de atividades licenciáveis e quais procedimentos lhes seriam aplicados, tema que por si só demandaria consultas regionais e forte debate e aporte de conhecimento científico.

Pelo conjunto da obra, pelo desequilíbrio de forças pró-sociedade e pró-sustentabilidade diante da demonstração de interesses econômicos imediatistas, concluímos que não há condições mínimas para manter diálogo democrático dentro do Grupo de Trabalho, diante de um processo comprovadamente açodado, com metodologia questionável, cujos resultados apontam para um inaceitável retrocesso ambiental.   

Assim sendo, a bancada ambientalista, através dos representantes das ong’s do CNEA que compõem o CONAMA, e por decisão com manifestação das bases, deliberam se retirar como veemente protestodo Grupo de Trabalho que discute a resolução sobre os Critérios Gerais para Licenciamento Ambiental, vindo a público denunciar as  distorções que vem ocorrendo, com vistas ao restabelecimento pelo Conama da prática dos princípios democráticos basilares, assim como valores e o espírito norteador impressos na Lei da Política Nacional do Meio Ambiente.

Dessa forma, requeremos:

1. A revisão conceitual da proposta, na perspectiva de atendimento aos princípios estabelecidos na Lei 6.938/81 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente) e da atual conjuntura da intensificação dos impactos pela ação humana (Antropoceno);

2. Apresentação de um Estudo de Viabilidade de Gestão por parte dos órgãos integrantes do SISNAMA e de comprovação da sua capacitação técnica e viabilidade operacional para proceder com eficiência às demandas atuais de licenciamento e fiscalização;

3. Realização prioritária de um Encontro Nacional de Colegiados Ambientais, como mecanismo de integração e fortalecimento do SISNAMA, precedido da elaboração da Agenda Nacional do Meio Ambiente e da Avaliação da Política Ambiental do país, no âmbito do CONAMA, conforme estabelece o art. 28 do seu Regimento Interno.

4. Realização de Audiências Públicas em cada Estado da Federação, atendendo aos princípios do direito à informação e da participação social, acrescida de nova Consulta Pública eletrônica, apoiando a efetiva mobilização da sociedade civil, da Academia e do Ministério Público, assim como de outros atores que possam contribuir neste processo, em especial para contemplar de forma adequada a defesa dos interesses difusos.

Brasília, 05 de abril de 2016.

Fidelis Paixão – Argonautas (Membro da CTCA)

Marcus Vinicius Polignano – Instituto Guaicuy (Membro da CTCA)

Boisbaudran Imperiano – Sociedade Nordestina de Ecologia

Bruno Manzolillo – FBCN

Carlos Alberto Hailer Bocuhy – SODEMAP

Lisiane Becker – Mira-Serra

Tadêu Santos – Sócios da Natureza

Entidades que subscrevem como apoio institucional:

ABAL - Academia Brasileira Ambientalista de Letras – Rio de Janeiro (RJ)

ABRAMPA – Associação Brasileira de Membros do Ministério Público do Meio Ambiente – Belo Horizonte (MG)

ACAPRENA – Associação Catarinense de Preservação da Natureza (SC)

Ação Ecológica Guaporé – Ecoporé – Porto Velho (RO)

ACE PAU-BRASIL - Associação Ecológica e Cultural Pau-Brasil - Ribeirão Preto (SP)

ADDAF- Associação de Defesa e Desenvolvimento Ambiental de Ferros (MG)

ADESNOR – Agência de Desenvolvimento Sustentável do Noroeste de Minas – Paracatu (MG)

AGAEPA/Associação de Gestores Ambientais do Estado do Pará - Belém (PA)

AFES - Ação Franciscana de Ecologia e Solidariedade (MG)

AGAPAN - Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (RS)

AHPCE – Associação Holística de Participação Comunitária – São Roque – SP

Ama Centro Histórico - Petrópolis (RJ)

Ama Garopaba – Garopaba (SC)

AMAFAZ - Associação Fazendinha – Carapicuíba (SP)

AMAR – Ass. dos Amigos e Moradores da Reserva da Biosfera – São Paulo–SP

AME - Ibiúna (SP)

AMadá - Associação de Moradores e Amigos do Sumarezinho, Vila Madalena e Região – São Paulo (SP)

Amapar - Associação dos Amigos e Moradores do Parque Previdência -São Paulo (SP)

AMAPIRA (Associação dos Amigos da Cidadania e do Meio Ambiente de

Piracicaba (SP) 

AMARRIBO Brasil

Amigos da Terra Brasil – Porto Alegre (RS)

AMJS-Associação de Moradores do Jardin da Saúde – São Paulo (SP)

AMPARA - Associação Mato-grossense de Proteção e Recuperação Ambiental – Tangará da Serra (MT)

Anaí - Associação Nacional de Ação Indigenista -Salvador (BA)

AnimaVida - Petrópolis (RJ)

APAC - Ass. dos Protetores de Animais de Carapicuíba - Carapicuíba (SP)

APASB – Ass. Pro-Ambiente de S. Bárbara do Oeste – S.B.Oeste (SP)


Apapg ( Associação dos Pescadores e Aquicultores da Pedra de Guaratiba (RJ)

APASC - Associação para Proteção Ambiental de São Carlos (SP)

APOENA – Associação em Defesa do Rio Paraná (SP)

APREC Ecossistemas Costeiros (RJ)

APREMA-SC - Associação de Preservação e Equilibrio do meio ambiente - Joinville (SC)

Argonautas Ambientalistas da Amazônia (PA)

Articulação Antinuclear Brasileira - Brasil

Artigo 19 Brasil

Associação Alternativa Terrazul (CE)

Associação Ambiental Voz da Natureza (ES)

Associação Amigos de Iracambi (MG)

Associação Brasileira de Antropologia – Rio de Janeiro (RJ)

Associação Boca Amarela de Defesa Ambiental- Jardinópolis (SP)

Associação Boca da Mata - Cajuru (SP)

Associação Cultural Caminho de Vida – ComVida (PA)

Associação Cultural e Ecológica Raízes da Terra – Jaboticabal (SP)

Associação Cunhambebe da Ilha Anchieta – Ubatuba (SP)

Associação Comunitária Amigos do Meio Ambiente de Garopaba - AMA  (SC)

Associação Ecológica Força Verde - Guarapari(ES),

Associação Cultural Ecológica Lagoa do Nado - Belo Horizonte (MG)

Associação Lixo e Cidadania de Divinopolis  (MG)

Associação para Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro–Angá (MG)

Associação dos Pescadores Amadores de Santa Isabel África Nilo  (APASIAN) – Santa Isabel (SP)

Associação para a Recuperação e Conservação Ambiental - ARCA Amaserra – Nova Lima (MG)

Associação Kaa’por Ta Hury do rio Gurupi – Centro Novo do Maranhão (MA)

Associação de Promoção Social e Meio Ambiente da Bacia do Rio da Prata – João Pinheiro (MG)

Associação Ecophalt – Praia Grande (SP)

Associação Ibióca – Embu das Artes (SP)

                                                                                                            

Associação Mar Brasil (PR)

Associação Mico-Leão-Dourado (RJ)

Associação Mineira de Defesa do Ambiente – AMDA (MG)

Associação Movimento Paulo Jackson - Ética, Justiça, Cidadania (BA)

Associação Park Way Residencial – São Paulo (SP)

Bicuda Ecológica – Rio de Janeiro (RJ)

Brigada Agroflorestal Kaa’por (MA)

Bolsa Amazônia (PA)

Campanha "Billings, Eu te quero Viva" (SP)

CASA Brasil (Conselho de Assentamentos Sustentaveis da América Latina) – São Paulo (SP)

Casa de Cultura Santa Tereza - Embu das Artes (SP)

CATALISA - Rede de Cooperação para Sustentabilidade – São Paulo (SP)

Centro de Estudos Ambientais – CEA (RS)

Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul/Bahia – CEPEDES – Eunápolis (BA)

Centro de Tecnologias Alternativas - CTA-ZM - Viçosa (MG)

CDS-Guaçú-Virá - Centro de Desenvolvimento Sustentável Guaçu-Virá – São José do Alto Viçosa (ES)

Centro Franciscano de Defesa de Direitos (MG)

Cidade Verde (DF)

Cidade Velha-Cidade Viva – CIVVIVA – Belém (PA)

Cineclube Socioambiental “Em Prol da Vida” (SP)

COATI - Centro de Orientação Ambiental Terra Integrada de Jundiaí (SP)

COESUS Coalizão Não Fracking Brasil (PR)

Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo (SP)

Coletivo Educador de Farroupilha (RS)

Coletivo Educador de Taquara (RS)

Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul – CJ (RS)

Coletivo Mate com Angu – Duque de Caxias (RJ)

Coletivo Projeto SustentABC (SP)

Comissão Pró-Indio de São Paulo  (SP)

Comissão Solidária dos Servidores Públicos e da Sociedade Pro Servir – São Paulo (SP)

Comissão Solidaria dos Servidores Públicos e da Sociedade e Grupo Metropolitano do Programa Agenda 21- São Paulo (SP)

Conselho Gestao Ka’apor (MA)

Comunidade Quilombola de Alto de Santana – Esplanada (Ba)

Comunidade Quilombola de Limoeiro - Entre Rios (Ba)

Comunidade Quilombola de Palame – Esplanada (Ba)

Comunidade Quilombola de Piaçava – Esplanada (Ba)

Comunidade Quilombola de Pedras Altas – Esplanada (Ba)

Conselho de Representantes dos Profissionais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (SP)

Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica–RBMA (SP)

CPT Nacional (MG)

Crescente Fértil – Resende (RJ)

Criola – Rio de Janeiro (RJ)

Delegacia do Verde - Secretaria Livre do Meio Ambiente – Rio de Janeiro (RJ)

DHEMA – Direitos Humanos e Meio Ambiente – São Paulo (SP)

Earth Code Project - São Paulo (SP)

ECÓLEO - Ass. Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível – São Paulo (SP)

ECOPHALT – Praia Grande (SP)

ECOSURF – Itanhaém (SP)

Ekip Naturama – Franca (SP)

Espaço de Formação, Assessoria e Documentação – São Paulo (SP)

Faculdade de Educação - FAED- Universidade de Passo Fundo - UPF (RS)

FASE  – Rio de Janeiro (RJ)

FMA - Fórum do Movimento Ambientalista do Paraná (PR)

FEPAM - Federação Paranaense de Entidades Ambientalistas (PR) 

Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica das cercanias da Baia de Guanabara – FAPP-BG - Rio de Janeiro (RJ)

FÓRUM Curitiba pela Sustentabilidade – Curitiba (PR)

Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal – Brasília (DF)

Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social  (GO)

Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal - São Paulo (SP)

Fórum Permanente em Defesa da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí - Piracicaba (SP)

Fundação Brasileira para Conservação da Natureza - FBCN (RJ)

Fundação Cooperlivre Arayara (PR)

Fundação Pró Defesa Ambiental (MG)

Fundação Gaia - Pântano Grande (RS)

Fórum Nacional da Sociedade Civil em Comitês de Bacia (FONASC) na Regional Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (MG)

Gambá (BA)

GEBIO - Grupo de Estudos em Proteção a Biodiversidade – Naviraí (MS)

GPME - Grupo de Preservação dos Mananciais do Eldorado–Diadema (SP)

Greenpeace Brasil

Grupo de Defesa Ecológica Pequena Semente - Macaé-(RJ)

Grupo de Estudos Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente (GEDMMA/UFMA) (MA)

                                                                                                     

Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental, Diversidade e Sustentabilidade (GEPEADS/UFRRJ) (RJ)

Grupo de Pesquisa e Ação Direitos de Gaia e Desenvolvimento Ambiental na Amazônia - UFPA (PA)

Grupo de Pesquisa Educação, Estudos Ambientais e Sociedade – (GEEAS/UNIVALI) (SC)                                                                      

                                                                                                              

Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte – GPEA - Cuiabá (MT)

Grupo de Estudos em Temáticas  Ambientais - Gesta – UFMG (MG) 

Grupo Ecológico Humanista PAPAMEL - Propágulos Prum Ambiente

Ecologicamente Legal – (BA)

Grupo Maricá - Viamão (RS)

Grupo Pau-Campeche - Florianópolis - (SC)

H2O Amazônia Ambiental (RO)

IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (RJ)

IBEN Instituto Brasileiro de Energias Renováveis -Curitiba (PR)

IBIRÉ – Ribeirão Preto (SP)

IDEIA - Instituto de Defesa, Estudo e Integração Ambiental–Valença (BA)

IPESA – Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais – São Paulo (SP)

Iguassu Itereí CR MCPA Florestas e Montanhas – Itereí (SP)

Ingá- Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais – Porto Alegre (RS)

Iniciativa Verde (SP)

Instituto Amazônia – Manaus (AM)

Instituto Ambiental de Estudos e Assessoria – Fortaleza CE)

Instituto Ambiental Vidágua – Bauru (SP)

 

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XI ANPED SUL: EDUCAÇÃO, MOVIMENTOS SOCIAIS E POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS

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LOCAL DO EVENTO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - CURITIBA

DATA: DE 24 A 27 DE JULHO DE 2016

SUBMISSÃO DE TRABALHOS COMPLETOS E PÔSTERES: 15/02 A 30/04


 

Latinamente Só – Cantos de Denúncia, Anúncio e Esperança: Possibilidades para a formação do Educador Musical pela perspectiva da Etnomusicologia Crítica e da Educação Ambiental

 

BANCA EXAMINADORA:

 

Profª. Drª. Cleuza Maria Sobral Dias (Orientadora PPGEA/FURG)

Profª. Drª. Elisabeth Brandão Schmidt (PPGEA/FURG)

Prof. Dr. Gianpaolo Knoller Adomilli (PPGEA/FURG)

Profª. Drª. Sonia Andre Cava de Oliveira (UFPEL)

Profª. Drª. Fabiane Tejada da Silveira (UFPEL)

 

DATA: 06 de Maio de 2016, às 14h00min

LOCAL: Sala 4115 - Prédio 4.